Lua cheia no meio do mundo 2019

Manoel R. Fonseca

Preço

Lua cheia no meio do mundo 2019

Manoel R. Fonseca


REFERÊNCIA: MRF2468
PROPORÇÃO: 2.00
Fotografia de paisagem noturna



A história da foto

Muitos têm me perguntado como que eu consegui fazer essas fotos, vou contar, mas antes de tudo quero agradecer a todas as curtidas, os compartilhamentos (quase 4.000 até agora), os comentários, os elogios, as solicitações de amizade e tudo mais. Gratidão é a palavra.
Antes de tudo o fotógrafo de paisagem deve conhecer a meteorologia, pelo menos a hora do nascer e pôr do sol e da lua. Conhecer as datas do equinócio e solstício e principalmente a tábua de marés, isso se consegue graças aos aplicativos disponíveis na rede. De posse de tudo isso me programei para fotografar a lua cheia no sábado, que, segundo a tabela solunar, estava programada para sair exatamente às 18h39min. E não é que eu me esqueci, na hora que lembrei já era tarde. Mas ainda restava o domingo, que com uma hora a mais a lua estaria com quase a mesma luminosidade. No domingo fui para o obelisco do Marco Zero com uma antecedência de pelo menos 15 minutos antes da lua nascer, tempo suficiente para armar o tripé, verificar o melhor ângulo e tudo mais. Quando me aproximo do Marco Zero percebo que o monumento está com todas as luzes que o cercam desligadas. Um breu! Mas, o estádio estava com todas as luzes ligadas e iluminava o monumento, o que iria salvar a pátria. Agora era só esperar a hora exata, 19h40 era a hora que o aplicativo informava que a lua sairia no horizonte. Quando a lua saiu na hora exata o céu estava limpo e tudo corria bem. Quando a lua chegou a meia altura do obelisco o vigilante do Estádio Zerão apagou as luzes. Bateu o desespero! E agora? Naquela escuridão era impossível fazer qualquer foto. E a lua subindo. Minha esposa Janaina teve a ideia de ir falar com o vigilante e pedir pra ele acender só por uns instantes as luzes do estádio, até dar tempo de fazermos a foto. Duvidei que ela conseguiria, mas...
Quando ela voltou percebi que as luzes começaram a brilhar novamente e constatei que ela tinha convencido o vigilante a acender as luzes. UFA! O poder de convencimento de uma mulher é inimaginável. O resultado é esse. Devemos tudo isso ao vigilante, a quem eu agradeço aqui, a Janaina e todas as forças do universo que permitiram tudo isso. O presente é pra vocês. Agora é só aguardar o Equinócio. Um abraço a todos os fotógrafos do Amapá que estão sempre atentos a tudo, com o objetivo de conseguir a melhor foto, essas imagens são uma homenagem a todos vocês.

Fonte:
- Facebook do autor em 20 de setembro de 2019 em http://twixar.me/wzN1

M R Fonseca, Amapaense,  formado em Geologia e Letras, é tradutor em língua inglesa. Iniciou na fotografia na segunda metade dos anos 80, quando adquiriu uma câmera Olympus Pen, quando ainda nem se ouvia falar em câmeras digitais. Foi o caminho para a Luz.

Formou-se profissionalmente pelo IF – Instituto de Fotografia no Rio de Janeiro em 2012. Desde então não parou mais seus estudos, aprimorou-se nos programas de edição de imagens e sentiu então que o caminho para as “grandes fotografias” estava em entender como funciona o comportamento da luz e das cores. Aprimorar o olhar, observar a obra  dos grandes pintores, estudar a História da Arte, visitar museus, contemplar, aprimorar a sensibilidade.

Tem como inspiração a obra dos grandes fotógrafos, tais como Sebastião Salgado, Ansel Adams, os contemporâneos Trey Ratcliff, Darren White, David Keochkerian, Atif Saeed, Davis Duchemin, Araquém Alcântara e tantos outros.         

Em Macapá percebeu que sua fotografia tomava outra dimensão quando via os compartilhamentos de suas fotos nas redes sociais. Tornou-se conhecido e elogiado por retratar os pontos turísticos de Macapá e do restante do estado sob uma nova ótica. Sente-se grato por despertar em outras pessoas o gosto pela fotografia.


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