Celso Lobo


Nascido em Belém do Pará, desde muito novo o aquariano Celso Lobo sempre foi um apaixonado pela imagem.

Iniciou sua relação com o desenho, trabalhou com serigrafia, mas sua paixão pela fotografia sempre falou alto.

Foi quando, em 2007, conseguiu investir num equipamento digital básico e começou a fotografar casamentos. A vontade de se aperfeiçoar sempre falou alto e, em 2009, durante a primeira edição do Wedding Brasil (SP), fez sua primeira oficina. De lá para cá, foram inúmeras participações, tanto no evento anual como nos cursos e workshops com fotógrafos como Vinicius Matos (MG), David Backstage e aulas com Joe McNally, entre outros

Talvez pelo fato de transitar entre universos distintos, com uma fotografia marcante nos eventos (fotografia social) e de observação nas paisagens de natureza (autoral), Celso afirma priorizar sempre a luz natural. No dia a dia, busca unir o fotojornalismo, moda e still, sempre atento ao registro de momentos tradicionais dos eventos. Já em sua paixão por paisagens, locais de ação popular e do cotidiano ribeirinho amazônico, que sempre foi muito forte, o lugar conduz o enquadramento. “Particularmente gosto muito de fotografar o Ver o Peso. É sempre surpreendente. Diariamente, o lugar oferta um universo ricamente diversificado, como se todo dia fosse um novo entorno, vivo e pulsante”, afirma Celso.

O reconhecimento do trabalho como fotógrafo confirma sua paixão e dedicação pela fotografia. O segundo semestre de 2016 foi particularmente recompensador. Suas fotografias correram mundo e ganharam reconhecimento nacional e internacional.

No mês de setembro/2016, durante o 4º Festival Internacional do Chocolate e Flor Pará (PA), uma de suas fotos, que estavam expostas juntamente com outros talentos, foi a mais votada pelo público do evento. Em outubro, foi o único paraense convidado a participar da exposição na semana de Arte, Cultura e Letras do Carrousel Du Louvre em Paris, no Museu do Louvre no estande da Divine Académie Française des Arts, Lettres et Culture (Museu do Louvre/Paris), quando foi condecorado Embaixador da Divine Académie e teve sua foto premiada. Também participou do livro ‘Les Brésil vu par les brésiliens' (O Brasil visto pelos Brasileiros), lançado durante a exposição em Paris.

Outros convites aconteceram, e o ano de 2017 já inicia com novos espaços. Graças à medalha de prata recebida no mês de novembro deste ano no Brasília Photo Show (DF) - International Festival Of Photography - foi convidado a participar, juntamente com outros fotógrafos brasileiros, do livro oficial do evento, (Anuário da Fotografia lançado no início de janeiro de 2017.

Membro do Foto Cine Club Grão-Pará (FCCGP), atualmente faz parte da diretoria, que conta com mais de 50 fotógrafos profissionais e amadores associados. A entidade ministra cursos e oficinas de aperfeiçoamento para os membros do clube e realiza a cada mês expedições fotográficas, na capital e no interior.

Para ele, a Amazônia e o Pará têm muito a ser visto. “Temos fotógrafos que são verdadeiros artistas, com o olhar diferenciado. Acho que a região faz isso, nos dá uma sensibilidade maior para fotografar alguns elementos como a natureza”, finaliza o fotografo.